... são fonte de rios, ou valas, simplesmente. Do Lago Niassa parte o Chire, rumo a Sul, ao Zambeze; da lagoa que me viu nascer, parte uma humilde vala, rumo a Norte.
A foto com o rio Zambeze, uma canoa com o tripulante, o batelão com uma auto-caravana e respectivo reboque, é de Tete, evidentemente. Quem conhece sabe que foi erro.
Para quem não sabe, a bóina preta é a bóina dos fuzileiros; a verde é a dos pàraquedistas; salvo erro, a dos comandos é vermelha. Isto a propósito de cores. No arco-íris, não aparece a cor cinzenta... Deve ser um dos motivos por que esta é tão aborrecida, até por gente "tolerante" (bela palavra: os que "toleram"...) Em abono da verdade, também não gosto muito de cores apagadas. Associam-se, quase sempre, a indefinição, a medo de marcar posições, a tendência para estar de acordo com tudo... Se até o próprio Cristo disse que "não podemos servir a dois senhores"! O problema é que o cinzento resulta, precisamente, de se misturar o preto e o branco. Ele simboliza o compromisso. Moral da história: para circular ao anoitecer, prefiro os carros brancos, são mais visíveis; para um funeral, no Ocidente, o preto não destoa (no Sri Lanka, é o branco a cor de luto); para disfarçar a sujidade a que está exposto um mecânico, o cinzento é boa opção. Estas ideias vieram-me depois de ler ontem, pela enésima vez, a palavra "cinzentão", em tom depreciativo.
A foto com o rio Zambeze, uma canoa com o tripulante, o batelão com uma auto-caravana e respectivo reboque, é de Tete, evidentemente.
ResponderEliminarQuem conhece sabe que foi erro.
Para quem não sabe, a bóina preta é a bóina dos fuzileiros; a verde é a dos pàraquedistas; salvo erro, a dos comandos é vermelha.
ResponderEliminarIsto a propósito de cores.
No arco-íris, não aparece a cor cinzenta...
Deve ser um dos motivos por que esta é tão aborrecida, até por gente "tolerante" (bela palavra: os que "toleram"...)
Em abono da verdade, também não gosto muito de cores apagadas. Associam-se, quase sempre, a indefinição, a medo de marcar posições, a tendência para estar de acordo com tudo... Se até o próprio Cristo disse que "não podemos servir a dois senhores"!
O problema é que o cinzento resulta, precisamente, de se misturar o preto e o branco. Ele simboliza o compromisso.
Moral da história: para circular ao anoitecer, prefiro os carros brancos, são mais visíveis; para um funeral, no Ocidente, o preto não destoa (no Sri Lanka, é o branco a cor de luto); para disfarçar a sujidade a que está exposto um mecânico, o cinzento é boa opção.
Estas ideias vieram-me depois de ler ontem, pela enésima vez, a palavra "cinzentão", em tom depreciativo.